Diário de Classe Prof. Enilson
"Nâo tenho respostas, mas são diversas as perguntas... questiono, porque me é de direito, e obrigação comigo mesmo... Atuo, pois não sou covarde, não tenho medo de errar... o meu medo é de não fazer, e por isso SOU INCÔMODO... Se estou certo, ou você, só será justo o julgamento, quando ja passadas forem as gerações, que não possam tão intensamente sofrer efeitos de nossas decisões..."
domingo, 12 de agosto de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A Greve Geral - Boaventura de Souza Santos
mostrar detalhes 15:02 (10 horas atrás)
Boaventura de Souza Santos, intelectual contemporâneo que se destaca a nível mundial, nas Ciências Sociais, com contribuições atuais com garantia de tornar-se clássico a ser lido não nas melhores Universidades Européias, como por aqueles países como Brasil, que tem muita produção nas Ciências Sociais, destaques que quando atuam no campo da organização da cultura, debate de implementação de políticas públicas, na teoria e produção de conhecimentos sociológico, antropológico e teoria sócio-política, não conseguem afirmação por ter sua produção nascido e morrido como exercício intelectual intra-muros da Academia. Belas soluções inaudíveis, pois seu alcance médio não ultrapassou os dos seus pares, perfeitos na solução fruto de divagações filosóficas sem verdadeira leitura local e com uma razão sensível ao contexto brasileiro, como lemos e escutamos Fernando Henrique Cardoso, pedir que esquecessem o que escreveu. Ainda bem, que Florestan Fernandes ainda em vida reconheceu não o reconhecendo como o Teórico do capitalismo dependente, pois sua atuação política era a de criou maior dependência, com os novos personagens em cena que agora eram as agências multilaterais que continuam lideradas pela burguesia internacional, composta pelos gestores das empresas multinacionais e pelos dirigentes das instituições financeiras internacionais, com outras rubricas, mesma face, mesmo modelo de “globalização”. Boaventura Santos era o grande orgulho de parceria intelectual, época que o atual Secretário era da equipe da secretaria de educação de Porto Alegre. Pena que não passou de admiração, porque Boaventura de Souza Santos continua orgânico e comprometido com A GREVE GERAL DE PORTUGAL, e como veremos em seu belo artigo o Secretário da Educação do RS Clóvis Azevedo, para ele passou a ser um inimigo de classe.
A Greve Geral Boaventura de Souza Santos
17 Novembro 2011
A Greve Geral
As greves gerais foram comuns na Europa e nos EUA no final do
século XIX e nas primeiras décadas do século XX. Suscitaram grandes
debates no interior do movimento operário e dos partidos e movimentos
revolucionários (anarquistas, comunistas, socialistas). Discutia-se a
importância da greve geral nas lutas sociais e políticas, as condições para o
seu êxito, o papel das forças políticas na sua organização. Rosa
Luxemburgo (1871-1919) foi uma das mais destacadas presenças nesses
debates. A greve geral – que nunca deixou de estar presente na América
Latina e ressurgiu com força na Primavera do Norte de África – está de
volta na Europa (Grécia, Itália, Espanha e Portugal) e nos EUA. A cidade
de Oakland, na Califórnia, que ficara conhecida pela greve geral de 1946,
voltou a recorrer a ela no passado dia 2 de Novembro e, na primavera deste
ano, os sindicatos do estado de Wisconsin aprovaram a greve geral no
momento em que a cidade de Madison se preparava para ocupar o edifício
do parlamento estadual – o que fez com pleno êxito – em luta contra o
Governador e a sua proposta de neutralizar os sindicatos, eliminando a
negociação colectiva na função pública. Qual o significado deste regresso?
Sendo certo que a história não se repete, que paralelismos se podem fazer
com condições e lutas sociais do passado?
De âmbitos diferentes (comunidade, cidade, região, país), a greve
geral foi sempre uma manifestação de resistência contra uma condição
gravosa e injusta de carácter geral, ou seja, uma condição susceptível de
afectar os trabalhadores, as classes populares ou até a sociedade no seu
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conjunto, mesmo se alguns sectores sociais ou profissionais fossem mais
directamente visados por ela. Limitações dos direitos cívicos e políticos,
repressão violenta do protesto social, derrotas sindicais no domínio da
protecção social e deslocalizações de empresas com impacto directo na
vida das comunidades, decisões políticas contra o interesse nacional ou
regional (“traições parlamentares” como a opção pela guerra ou pelo
militarismo), estas foram algumas das condições que no passado levaram à
decisão pela greve geral. No início do século XXI vivemos um tempo
diferente e as condições gravosas e injustas concretas não são as mesmas
do passado. No entanto, ao nível das lógicas sociais que lhes presidiram há
paralelismos perturbadores que fluem nos subterrâneos da movimentação
para a greve geral do próximo dia 24 de Novembro em Portugal. Ontem,
foi a luta por direitos de que as classes populares se consideravam
injustamente privadas; hoje, é a luta contra a perda injusta de direitos por
que tantas gerações de trabalhadores lutaram e que pareciam ser uma
conquista irreversível. Ontem, foi a luta pela partilha mais equitativa da
riqueza nacional que o capital e o trabalho geravam; hoje, é a luta contra
uma partilha cada vez mais desigual da riqueza (salários e pensões
confiscados, horários e ritmos de trabalho aumentados; tributação e
resgates financeiros a favor dos ricos – o “1%”, segundo os ocupantes de
Wall Street – e um quotidiano de angústia e de insegurança, de colapso das
expectativas, de perda da dignidade e da esperança para os “99%”). Ontem,
foi a luta por uma democracia que representasse o interesse das maiorias
sem voz; hoje, é a luta por uma democracia que, depois de parcialmente
conquistada, foi esventrada pela corrupção, pela mediocridade e
pusilanimidade dos dirigentes e pela tecnocracia em representação do
capital financeiro a quem sempre serviu. Ontem, foi a luta por alternativas
(socialismo) que as classes dirigentes reconheciam existir e por isso
reprimiam brutalmente quem as defendesse; hoje, é a luta contra o senso
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comum neoliberal, massivamente reproduzido pelos media subservientes,
de que não há alternativa ao empobrecimento das maiorias e ao
esvaziamento das opções democráticas.
Em geral, podemos dizer que a greve geral na Europa de hoje é mais
defensiva que ofensiva, visa menos promover um avanço civilizacional do
que impedir um retrocesso civilizacional. É por isso que ela deixa de ser
uma questão dos trabalhadores no seu conjunto para ser uma questão dos
cidadãos empobrecidos no seu conjunto, tanto dos que trabalham como dos
que não encontram trabalho, como ainda dos que trabalharam a vida inteira
e vêem hoje as suas pensões ameaçadas. Na rua, a única esfera pública por
enquanto não ocupada pelos interesses financeiros, manifestam-se cidadãos
que nunca se participaram em sindicatos ou movimentos nem imaginaram
manifestar-se a favor de causas alheias. De repente, as causas alheias são
próprias.
domingo, 27 de novembro de 2011
A Greve, O CPERS, e o Governo
embora NECESSÁRIA. Deviam os trabalhadores em educação ter se alertado, quando parte da categoria se alvorou em aplaudir o aumento de 10%, sem uma proposta concreta de calendário. Mas tornou-se INEVITÁVEL,
quando em momento de trégua o GOVERNO usou o dia da eleição do sindicato, para golpear a categoria apresentando o novo Plano Previdenciário, que desvincula os futuros servidores do Estado do atual IPERGS
( http://www.cpers.org.br/index.php?&menu=1&cd_noticia=2906 )..."cria um Fundo de Capitalização, que joga no mercado financeiro o futuro das aposentadorias dos servidores, aumenta a alíquota de contribuição dos servidores e faz com que as cobranças de contribuições incidam sobre aposentadorias e pensões abaixo do limite de benefícios do Regime Geral."...
..."No Projeto de Previdência, em razão do desconto oferecido às remunerações inferiores a R$ 3.686,66, não serão sentidos efeitos imediatos da nova Lei, em razão dos baixos vencimentos da categoria. A incidência das contribuições sobre os inativos, entretanto, deverá se operar de imediato. Quanto ao Fundo esse se aplicará aos servidores ingressados após a data da edição da Lei, o que também faz com que os problemas sejam sentidos apenas no futuro."...
com estas atitudes o GOVERNO quebrou qualquer DIÁLOGO, deixando a categoria embretada na reação.
Aposta o Governo em derrotar a categoria , e assim mostrar a burguesia que é capaz de gerir o CAPITALISMO, controlando os movimentos sociais.
A partir deste momento , tornou-se a greve, inevitável e esperar colaboração para qualquer projeto de reforma,seria inaceitável visto a quebra de confiança.
Novos ataques do governo ocorreram, já durante as caravanas da educação, que promoviam a GREVE PELO PISO, e verificavam as condições das Escolas e do sistema de educação.
A reforma do ensino médio, além de mal explicada, vem novamente de forma autoritária, dirigida por interesses externos a coletividade da educação estadual, com um claro viés de atender as necessidades econômicas do momento, e de se enquadrar aos projetos federais com disponibilidade de recursos.
coloca-se então o financiamento da educação como mais importante que a qualidade e objetivos da educação.
Esperar para Março, tornou-se então impossível, pois as medidas de reforma são para implantação imediata.
domingo, 29 de maio de 2011
Educação é tudo?
Educação não é tudo. Tudo é distribuição justa da renda nacional, é reforma agrária e reforma urbana, é respeito aos direitos conquistados pela luta de muitos ao longo do século XX – saúde, moradia e transporte, é orçamento participativo, é devolver ao povo o que do povo foi historicamente roubado.
Mas se não é tudo, educação é parte significativa e fundamental na construção de uma sociedade, seja ela qual for – a melhor ou a pior. Porque se pode educar para manter o construído ou se pode educar para transformar o socialmente posto até aqui.
Nos discursos de todos os partidos políticos, de todos os poderosos meios de comunicação, de todas as “forças vivas” das comunidades, hipocritamente, no máximo, ou ingenuamente, no mínimo, a educação aparece como tudo, como a solução para todas as mazelas nacionais, como a “salvação” do país (ou será do mercado capitalista?).
Entretanto, na prática, o que se vê é a responsabilidade desta educação “redentora” ser entregue a profissionais submetidos a um regime de trabalho aviltante e a um nível salarial indigno de qualquer categoria profissional.
Afinal, o que a sociedade quer destes trabalhadores? Sairia de casa um “doutor” qualquer para trabalhar com o salário que ganham os professores? Compraria livros e participaria de “seminários de formação” um empresário qualquer, trabalhando 60 horas por semana? Aceitaria trabalhar três turnos por dia, a R$ 10,00 o turno, um diarista qualquer com curso superior?
Pois é o que fazem cotidianamente os professores: trabalham, compram livros, participam de seminários de formação e enfrentam três turnos de serviço a R$ 10,00 o turno. É desta realidade que tratamos, quando discutimos a escola pública rio-grandense.
Na tarde do dia 25 de maio, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul conseguiu ser o espelho da vontade oculta da classe dominante deste país a quinhentos anos, ao deixar de votar um mísero reajuste de 11% para esta categoria profissional. “E daí?” – dirão alguns. “Não vem este mês, virá no outro.” – afirmarão outros. “Sabem quanto tempo esperamos por este reajuste?” – perguntarão os professores.
Sabem professores, todos sabem. Entretanto, esta continua a ser a prática política dominante – não é bom para os “de cima” que a escola dos “de baixo” seja boa, por isso, o necessário é que sejam mantidas a insatisfação e a desesperança daqueles que a carregam nos ombros. O que não sabem, talvez, é como se sente alguém ao “ter que dar sem ter para dar”, como cantava um poeta muito tempo atrás.
O que não sabem também, ou não lembram mais os senhores deputados, é que os trabalhadores em educação, assim como saem às ruas e às praças para lutar por seus direitos, podem entrar nas salas de aula e reforçar a luta por uma outra sociedade, na qual o Parlamento seja de fato a Casa do Povo e a Escola Pública seja, de verdade, prioridade dos governos.
Os professores e funcionários de escola são milhares, os estudantes são milhões, milhões em dobro são os pais, todos eleitores e, principalmente, todos cidadãos que, em movimento de construção coletiva, podem querer explicações de cada um dos nossos 55 deputados sobre o deprimente espetáculo que protagonizaram naquela triste tarde de quarta-feira. E podem, ainda, não aceitá-las.
Pode ser este o ponto de partida para um novo projeto político-pedagógico que envolva toda a comunidade escolar e tenha como “tema-gerador” a grande contradição entre o discurso e a prática – como superar socialmente o “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
E aí, então, o requisito primordial para que o povo trabalhador escolha seus representantes há de ser a coerência.
Coerência, deputados, coerência.
Os professores podem trabalhar para esta nova realidade, porque nas salas de aula ainda é a voz do mestre a voz ouvida.
sábado, 28 de maio de 2011
EM FRENTE - porque apoio a CHAPA 1
CTB, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil.
Embora pessoalmente eu tenha opinião bem conhecida. e CONVERGÊNCIA com a atual diretoria,
também tenho um COMPROMISSO político, firmado na ultima eleição onde nos apoiamos mutuamente.
Mesmo assim, nossa Central CTB definiu que deveríamos discutir com ambas as correntes do nosso campo.
e assim fizemos.
Na conversa com a ARTSIND, particularmente, NÃO CONCORDEI, nem com a avaliação da gestão, nem com a forma de organização da chapa, MANIFESTEI minha opinião e COMUNIQUEI
QUE TINHA PREFERÊNCIA PELO CAMPO DA QUAL EU JA ESTAVA RELACIONADO , ou seja a CHAPA 1 -
EM FRENTE.
Fiz a discussão com a minha corrente SSB, e a direção da corrente optou por minha opinião selando oficialmente o acordo com com a chapa PLURAL composta pela CUT-Intersindical- CONLUTAS- e SSB/CTB.
toda a discussão, foi clara e de conhecimento público,
portanto o uso de minha imagem a partir de reunião de negociação,
sem que tenha sido discutido QUALQUER PROPOSTA POLÍTICA, PLATAFORMA DE GESTÃO, OU AVALIAÇÃO DA ATUAL GESTÃO, é no mínimo com a intenção de CONFUNDIR a categoria,
sendo a reunião que definiu o apoio tinha data e hora marcada, com o conhecimento
de todos os interessados. tendo a CTB sido imediatamente comunicada de nossa decisão.
A CTB, por encontrar-se nas 3 chapas definiu que nenhuma teria o apoio oficial da ceentral,
poranto a precipitação demonstra uma clara tentativa de patrolamento de corrente independente - a SSB coma conivência e quem sabe patrocinio da ARTSIND.
MOTIVOS QUE ME ORGULHO DE COMPOR A CHAPA EM FRENTE
1) programa baseado em discussão coletiva, claro e objetivo,
2)composição da chapa a partir da identidade com o programa e capacidade para defende-lo,
3)histórico de luta e liderança dos dirigentes, sem vacilar nas horas de dificuldade,
4)desatrelamento do governo.
domingo, 3 de abril de 2011
VISITAS AO CONTINENTE
sábado, 22 de agosto de 2009
Dias de luto e de luta

A bala do soldado foi a última a atingi-lo. Muitas outras foram dadas antes. Por isso, tentar responsabilizar unicamente o peão fardado que o derrubou é, mais uma vez, uma resposta hipócrita da classe dominante ao povo rio-grandense. E os comandantes? E o governo estadual que banca os comandantes e elabora a política que reprime todos os movimentos de luta? E os defensores deste projeto político que privilegia o capital em detrimento do trabalho, que se submete às exigências do Banco Mundial e internamente submete os rio-grandenses à face vergonhosa da corrupção e da repressão? Não são também responsáveis?
A luta do Elton era pela terra. E era também por espaço, por comida, por saúde, por educação, por trabalho, por “diversão e arte”. Era, então, a luta de muitos. Era a luta de todos os peões. Dos que já caíram e dos que ainda resistem, dos que vestem farda e dos que não se vestem. Desta luta, a versão espalhada pela grande mídia é a versão dos até hoje vencedores. A versão dos até
A morte de um peão pode ser banalizada ou ignorada pela sociedade do espetáculo. Seu protagonismo não está no palco, está no chão. Não está na novela, está na vida real. Não é virtual, é de carne e sal. Sua morte é apenas mais uma, em meio à violência cotidiana. É, de novo, o fim do velho “zé ninguém”. Em dias, estará esquecida. E os assassinos, que matam não só os rebelados, mas também as possibilidades e os projetos de vida de todos os que não se rebelam por medo ou por preguiça, continuarão impunemente sujando a História do Rio Grande.
Entretanto, as escolas públicas e particulares estão reabrindo suas portas e arejando suas salas que o medo da gripe manteve vazias por muitos dias. Outra vez, esperam suas crianças e jovens. Que as professoras, junto com a prevenção ao VÍRUS A H1N1, os recebam com os currículos enriquecidos pela versão dos derrotados na guerra contra a injustiça social. Que nas aulas de Matemática e de História, de Artes e de Ciências, de Geografia e de Educação Física, de Português e de Espanhol, os estudantes possam aprender coletivamente lições de cidadania e de democracia, de responsabilidade social e de motivação para a luta pelos sonhos de todos. Só então conseguirão realmente compreender o verso “sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra”.
Compreenderão também o elo existente entre a luta do Elton Sem Terra e a luta de todos os trabalhadores por uma vida digna.
sábado, 18 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
CAMPEONATO DE FUTEBOL AMADOR DE SÃO JOSÉ DO NORTE temporada 2009
início previstoO tradicional Campeonato Amador de São José do Norte é aguardado com ansiedade pela população do municipio e mesmo de Rio Grande, pelas comunidades e equipes envolvidas, suas torcidas e atletas.
A equipe do blog tem natural curiosidade sobre o certame, tendo já a alguns anos acompanhado a disputa , inclusive participando da equipe da Rádio Litoral FM na decisão de 2005 entre Bento e Beira Mar na Chácara das Camélias, com a conquista do time praiano.
05 de Julho de 2009
- LIBERAL Football Club - Cidade
- Grêmio Esportivo BEIRA MAR - 5ª Secção da Barra
- Esporte Clube BARRENSE - Povoação da Barra
- Esporte Clube ARI BARROSO - Retovado
- Esporte Clube FORTALEZA - São Caetano
- Esporte Clube PASSINHO - Passinho
- Esporte Clube CAPIVARENSE - Capivaras
- Associação Esportiva VARZENSE - Varzea
- Associação Esportiva INTERNACIONAL - Estreito
- Esporte Clube ORIENTE - Oriente
- Esporte Clube BOM SUCESSO - Barranco
- Esporte Clube UNIÃO DO GRAVATÁ - Gravatá
- Esporte Clube GUARANI - Capão do Meio
- Esporte Clube BUJURUENSE - Bujurú
- Esporte Clube BUJURU - Bujurú
informado por Francielle Rochano
sexta-feira, 22 de maio de 2009
RESUMO DO EDITAL DE SELEÇÃO
DATAS:
INSCRIÇÕES:
DOCUMENTOS:
PROVA:
MATRÍCULAS:
Das 8:00 às 21:00
MATRICULAS REMANEJO: 29/07
Estas informações estão no blog.
http://profenilson_pautalivre.blogspot.com
No ORKUT
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpp&cmm=8801094
ou
ETE Getúlio Vargas-96200-000
CONTABILIDADE:
MANHÃ: 40 VAGAS
NOITE: 40 VAGAS
COMÉRCIO EXTERIOR:
TARDE: 30 VAGAS
NOITE: 30 VAGAS
Para formados no 3º ano médio;
TARDE: 10 VAGAS
NOITE: 10 VAGAS
SECRETARIADO:
NOITE: 40 VAGAS
MATÉRIA PARA PROVA:
Conhecimento gerais( história e geografia; atualidades políticas nacionais e internacionais)
Interpretação de texto.
Matemática: (leitura e interpretação de gráfico)
Processo Seletivo 2/2009 - ETE Getúlio Vargas 18ªCRE
Secretaria Estadual de Educação do Estado do RS
18ª Coordenadoria de Ensino
Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas
Edital de Ingresso 2º Semestre de 2009
1. Abertura do edital
Através do presente edital, conforme orientações do oficio 12/05 da SUEPRO juntamente com a 18ª Coordenadoria o Diretor comunica a Comunidade que está abrindo o processo de ingresso para suprir as vagas disponíveis do 2º semestre do ano letivo de 2009 para os seguintes cursos: Técnico em Contabilidade, Técnico em Secretariado e Técnico em Comércio Exterior.
2. Inscrições
a) O período de inscrição começa dia
b) Dentro das vagas estabelecidas por este edital, o candidato, no ato da inscrição, escolhe o curso e o turno de sua preferência;
c) Os candidatos concluintes do ensino médio desta Escola deveram informar no ato da inscrição;
d) No momento da inscrição são necessários os seguintes documentos:
- Carteira de identidade;
- CPF;
- Certidão de nascimento;
- Comprovante de residência;
3. Prova de ingresso
a) A prova de ingresso ocorrerá dia 04 de julho de 2009,
b) O aluno para ter vaga no semestre seguinte se abandonar o curso deverá vir à Escola justificar-se e cancelar a matrícula;
c) Os desistentes do 1º semestre/09 deveram fazer o teste de seleção novamente;
d) No momento da prova, o candidato deverá estar portando carteira de identidade, caneta esferográfica azul, lápis e borracha;
e) A prova contará com 25 questões de múltipla escolha, todas valendo 4 pontos;
f) A pontuação final ficará compreendida entre 0 pontos (mínimo) e 100 pontos (máximo);
g) A prova compreenderá os seguintes aspectos:
- Conhecimentos Gerais (História, geografia; atualidades da política nacional e internacional);
- Interpretação de texto;
- Matemática.(Leitura e interpretação de gráficos)
h) Os candidatos não poderão usar durante a prova calculadora ou similares, celulares ligados, qualquer tipo de material de consulta;
i) O gabarito da prova estará disponível 48 horas após a sua realização, nas dependências da Escola;
j) Os candidatos deverão comparecer 30 min antes do inicio da prova.
4. Vagas para a comunidade
a) Serão oferecidas para a comunidade em geral as seguintes vagas: 80 vagas no Curso Técnico em Contabilidade, 40 vagas para o Curso Técnico em Secretariado e 60 vagas para o Curso Técnico em Comércio Exterior, totalizando 180 vagas;
b) As referidas vagas estão subdivididas em Curso Técnico em Contabilidade turnos manhã e noite, Curso Técnico em Comércio Exterior à tarde e noite e Curso Técnico em Secretariado somente a noite.
c)Abaixo segue a distribuição de vagas para os respectivos cursos e turnos:
Cursos oferecidos pelo presente edital
Cursos Técnicos
Turnos/vagas
Curso Técnico em Contabilidade
Manhã / 40 vagas
Noite / 40 vagas
Curso Técnico em Comércio Exterior
Tarde / 30 vagas
Noite/30 vagas
Curso Técnico em Secretariado
Noite / 40 vagas
5. Vagas para a comunidade escolar
a) De acordo com o regimento escolar, o presente estabelecimento deve oferecer aos candidatos do Ensino Médio que terminaram o curso em 2008 a oportunidade de freqüentar o Curso Técnico em Comércio Exterior;
b) Serão oferecidas as seguintes vagas: 20 vagas;
c) As referidas vagas serão no turno da tarde e noite.
Cursos oferecidos pelo presente edital
Cursos Técnicos
Turnos/vagas
Curso Técnico em Comércio Exterior
Tarde / 10 vagas
Noite / 10 vagas
6. Critérios de classificação
Abaixo estão, por ordem, os critérios de classificação e desempate:
a) A lista dos classificados será constituída pelas maiores pontuações em ordem decrescente;
b)O primeiro desempate será a idade do candidato: diurno – menor idade; noturno – maior idade;
7. Matrícula
a) Os candidatos classificados devem comparecer na escola no período de
b) Remanejo para as vagas não ocupadas dia 28 de julho de 2009, na Secretaria da escola;
c) Matriculas do remanejo dia 29 de julho de 2009, na secretaria da escola;
d) No momento da matrícula o candidato deve estar portando os seguintes documentos:
- fotocópia da carteira de identidade;
- fotocópia da certidão de nascimento ou casamento;
- fotocópia do comprovante de residência;
- 02 fotos 3x4 recentes;
-histórico escolar original;
- fotocópia do CPF.
8. Início das aulas
a) Cursos Técnicos em Contabilidade , Secretariado e Comércio Exterior: 07 de agosto de 2009 (sexta-feira);
Rio Grande, 16 de maio de 2009.
Enilson Pool da Silva
Diretor da E.T.E. Getúlio Vargas
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Painel Sobre Violência Escolar - E.E.E.F. 13 de Maio

Participaram também :
Faraildes Ávila, Coordenadora da 18ªCRE ( Professora do Getúlio);
Lúcia Fázio, Coordenadora Pedagógica 18ªCRE (ex Diretora do Treze);
Tenente Torres, do 3ºBatalhão da BM;
Saionara Daniel, Conselheira Tutelar;
Rita Marta Caldas, Diretora do 6º Núcleo do CPERS.
Foi um evento muito interessante, e abriu um novo espaço de discussão nesta escola, que tem agora sido centralizadora de discussões escolares em nosso espaço geográfico. Fruto de um pensamento libertador e democratizante de seu novo diretor, o dedicado professor José Rossales. Foi um dia de jornada pedagógica comemorativa ao aniversário da Escola.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Aula Inaugural E.T.E. Getúlio Vargas
"Impacto Econômico e Urbanístico do Polo Naval"Dia 14/05/2009
as 19:30h
Auditório do I.E. Juvenal Muller
Painelistas:
Dep. Beto Albuquerque
Vice Lider do Governo Federal
Secretário dos Transportes 1998/2002
Ver. Spotorno
Engenheiro do DAER
Superintendente do Porto 1998/2002
Prof. Marcelo Domingues
FURG
Analista urbanistico de Rio Grande
terça-feira, 28 de abril de 2009
Audiência Pública Sobre Ensino Técnico

As comissões de Educação da Assembleia Legislativa e da Câmara dos Deputados realizaram reunião conjunta, nesta quinta-feira (23), para debater a expansão da Rede Federal e Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O encontro, que aconteceu na Assembleia Gaúcha e reuniu deputados, os reitores dos três institutos federais e os diretores dos 27 campus de ensino profissionalizante do Rio Grande do Sul. Uma comissão deve ser criada no Parlamento estadual para acompanhar a expansão da rede no Estado.
Para conhecer as dificuldades e planejar o futuro da Rede Federal, a presidente da Comissão de Educação da Câmara, deputada Maria do Rosário (PT-RS), solicitou a todas as assembleias estaduais que realizem reunião semelhante. “A Rede Federal está em plena expansão em todo o País, vinculada a um novo projeto de Nação. O Parlamento deve estar ligados a este projeto que potencializa o desenvolvimento das regiões”, afirmou.
De 1909 a 2002, foram construídas 140 escolas técnicas no País. Nos últimos sete anos, o Ministério da Educação concluiu várias unidades das 214 previstas no plano e outras foram federalizadas. Com investimentos superiores a R$ 1 bilhão, todas as unidades em obras serão concluídas até 2010, quando o número de escolas deverá ultrapassar as 354 unidades previstas e 500 mil vagas.
Somente em 2009, o País terá cem novas escolas técnicas. Com o objetivo de atender às necessidades do arranjo produtivo local em cada região, os cursos técnicos e superiores que serão oferecidos estão totalmente integrados ao mercado de trabalho.
O Rio Grande do Sul conta com três institutos federais: o Instituto Federal do Rio Grande do Sul, o Instituto Federal Sul Riograndense e o Instituto Federal Farroupilha, que até 2010 estarão espalhados em 25 cidades, com 27 campus.
O reitor do Instituto Federal Farroupilha, Carlos Alberto Rosa, disse que o maior desafio enfrentado no Estado é manter pais e filhos no campo. Uma das alternativas encontradas foi o Programa de Educação Profissional Integrada à Educação Básica, na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (Proeja). Para incentivar a presença em sala de aula, cada aluno recebe uma bolsa de estudos no valor de R$ 100,00 para arcar com despesas de alimentação e transporte.
Os institutos tem também como meta a formação de professores. "Nós temos essa possibilidade dentro de um ensino gratuito e de qualidade. O ensino profissionalizante no RS está muito bem representado, e a instalação de novas unidades até 2010 trarão um desenvolvimento muito maior nas regiões onde serão instaladas", afirmou Rosa.
Os Diretores Enilson Pool da Silva, da ETE Getúlio Vargas, e Osvaldo Pinto do CTI Mario Alquatti participaram da reunião.
Fonte: Assessoria de imprensa Dep. Fed. Maria do Rosário, com informações da ALRS.
Jackson Raymundo Assessor Parlamentar Dep. Fed. Maria do Rosário
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Fragilidade Política Motivadora da Violência

Ocorreu em Rio Grande, dia 28 de outubro ato de desagravo contra a violência praticada pelo Governo Estadual através da Brigada Militar. Violência esta sistematicamente aplicada contra os movimentos sociais desde que assumiu o Comando Geral da Brigada Militar, o Coronel Paulo Mendes. O agravante ocorreu dia 16 do mesmo mês durante a Marcha dos SEM, quando entre outros feridos , fui atingido no pescoço, provavelmente por uma bala de borracha.
Tal política sistemática tem sido praticada pelos Governos Tucanos de nosso Estado e de São Paulo. A falta de um projeto político consistente e de ações governamentais competentes justifica a falta de diálogo destes governantes, pois sem uma base ideológica que justifique socialmente suas ações, são obrigados a reprimir os movimentos reivindicatórios para poder manter uma mínima base de apoio criminalizando os movimentos e, portanto impedir que divulguem suas propostas, motivos e objetivos.
Agrava-se a situação com a crise de falência do capitalismo, onde a base social da pirâmide paga a conta das aventuras do vértice, que se realimenta com suas reservas especulando com o trabalho e sacrifício da maioria, e a incontestável ajuda do Estado, que para salvar o capitalismo pode intervir na economia.
Enquanto os Governos Europeus reestatizam os bancos, faltam argumentos ideológicos para os neoliberais tucanos justificarem sua ânsia privatista e protecionista dos seus patrões banqueiros e oligarcas da indústria e da agricultura. O Estado de insolvência da Aracruz, menina dos olhos da Governadora Yeda, os decrescentes índices da Educação do RS, o descontrole da violência urbana, desjustificam o novo jeito de governar prometido em campanha, e como a todo o fraco só sobra uma arma, ”a violência física contra os opositores”.
Enilson Pool da Silva
Diretor da Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas
Rio Grande
Conselheiro 1/mil do 6º Núcleo do CPERS
O X da violência - Profª Maria do Carmo Gautério

É professora,
mora perto da gente,
é ser humano,
entende nossa sociedade, no mundo e no entorno,
militante desde a infância,
comprometida com um mundo melhor e mais justo !
Seu texto sobre violencia na educação :
http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=27¬icia=64595
O X da violência
Profª Maria do Carmo Gauterio
Está posto na mídia o debate sobre a violência na Escola, com ênfase muito grande nas agressões sofridas por professoras e professores no desempenho de suas funções educativas.
O tema gera extremadas manifestações de apoio aos mestres e repúdio veemente aos estudantes agressores.
São discutidas causas – a “desestruturação familiar” é a mais “votada” entre os debatedores – e, na outra ponta, punições – como punir com eficácia para que cesse a manifestação destas ações violentas.
Esse é o "X" que se impõe.
Pertinente o debate. Mas reduzido. Recheado de muitas certezas e poucos questionamentos. Muitas respostas, poucas perguntas. Por isso, há que se ampliar a perspectiva com algumas indagações que favoreçam a reflexão e aumentem as possibilidades de superação coletiva desse grave conflito social.
A primeira questão, plena de desdobramentos, pode ser: a única ou a maior agressão às professoras e professores vem dos estudantes? Não são agressões (com risco de morte) os salários aviltantes que os obrigam a trabalhar 60 horas semanais (e a perder a paciência e a saúde) em diferentes e, às vezes, distantes escolas, para manter os compromissos existenciais?
Mas muitas outras podem ser formuladas:- Só os mestres são agredidos? Os estudantes, os menores, as mulheres, os mais fracos, os mais pobres, não?- A violência está na escola ou na sociedade em seu todo?- Escolas podem ser ilhas e não refletir a sociedade que as gera e mantêm?- É “amiga da escola” uma poderosa rede de mídia eletrônica que, em seu canal aberto de TV, mantém uma programação infanto-juvenil que cultua a competição, o mercado, o consumo, a lei do mais forte e, consequentemente, a violência?- Nas entrelinhas dos currículos escolares também não são cultuados estes valores?- A violência simbólica (e nem tão simbólica assim) do adulto sobre a criança, que perpassa as relações familiares e escolares, é debatida e combatida coletivamente no espaço escolar por todos os segmentos da comunidade?- Os estudantes e suas famílias participam da construção das normas de convivência da escola que frequentam? - Os trabalhadores e trabalhadoras em educação têm a garantia (por parte de suas mantenedoras) de espaços e tempos para reunir e aprender, reunir e refletir, reunir e reformular suas práticas pedagógicas?- Há coerência entre a prática e o discurso de todos aqueles que se manifestam contra a violência?
Pensamos em dizer às nossas crianças e jovens que melhor do que cumprir a ordem estabelecida é participar da construção de uma nova ordem, democrática e justa?- Precisamos buscar a punição certa? Ou encontrar a melhor forma de reeducar... a todos?
Dependendo das respostas dadas a cada uma destas indagações e a tantas outras possíveis de formular, seremos cúmplices, ou não, das agressões sofridas cotidianamente por quem quer que seja.
Seremos construtores, ou não, de uma cidadania que signifique “olhar o outro sem subserviência, mas também sem prepotência.”
Porque, ou nos tornamos capazes de prevenir as manifestações violentas com justiça social, práticas democráticas de convivência, de respeito às diferenças, e com uma escola pública qualificada para a instauração de um projeto político-pedagógico que contemple esta concepção de mundo, ou não encontraremos brechas para interromper o ciclo perverso da violência.


